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Grupo Anglo American diminui dívida e tem boas perspectivas para negócios no Brasil

21 fev 2017

Previsão de produção para 2017 é de 16 a 18 milhões de toneladas de minério de ferro e de aproximadamente 45 mil toneladas de níquel nas operações brasileiras

A Anglo American divulgou hoje, 21 de fevereiro, o relatório financeiro de 2016. O grupo reduziu sua dívida líquida em 34%, para US$ 8,5 bilhões, bem abaixo da meta de US$ 10 bilhões anunciada no ano passado, e foi alcançada uma geração de caixa de US$ 2,6 bilhões. Além disso, o resultado operacional antes da depreciação, EBITDA, atingiu  US$ 6,1 bilhões, um aumento de 25% em comparação com 2015. A companhia alcançou US$ 1,5 bilhão através de maior volume de produção e eficiência de custos e reduziu em 37% os investimentos de capital, para US$ 2,5 bilhões. Houve, ainda, um aumento de produtividade de 41% e as vendas de ativos levaram a uma geração de caixa de US$ 1,8 bilhão.

 

O presidente global do Grupo Anglo American, Mark Cutifani, afirmou: “A Anglo American agora está mais robusta, com um balanço mais fortalecido e uma estrutura de custos mais competitiva em torno de uma base de ativos diversificada de classe mundial. Também avançamos muito na transformação do portfólio, mas nos beneficiamos ao aderir ao nosso compromisso primordial de que o valor do acionista deve ser protegido no longo prazo.”.

 

De acordo com Cutifani, a prioridade para este ano é oferecer mais melhorias de produtividade, mantendo a disciplina nos investimentos de capital e nos custos, para estar em posição de retomar os pagamentos de dividendos ao final de 2017 e restaurar uma classificação de crédito de grau de investimento.

 

A Anglo American também anunciou que o seus ativos de níquel no Brasil, em Barro Alto e Niquelândia (GO), serão mantidos no portfólio do Grupo.

 

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