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Anglo American investe no desenvolvimento responsável com ações de proteção ambiental e gestão social

17 janeiro, 2018

Empresa, cada vez mais presente na vida dos moradores de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas, Dom Joaquim e Serro (MG), impulsiona o desenvolvimento local

Desde a Etapa 1 do Sistema Minas-Rio, a Anglo American já investiu mais de R$ 300 milhões na preservação ambiental em áreas dos municípios de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas, Dom Joaquim e Serro (MG). Até o momento, foram definidas 18 áreas em Minas Gerais para conservação, três das quais serão transformadas em Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs). A perspectiva é de que esse número aumente com a Etapa 3 do Minas-Rio. Além disso, diversas ações socioecômicas contribuem para movimentar a economia na região e geram mais oportunidades para a comunidade local.

Hoje, são 12.164 hectares de terras dedicados à preservação ambiental, número oito vezes superior à área ocupada pelas estruturas da mina e usina do Minas-Rio. Para comparação, a área total preservada pela empresa equivale a 12 mil campos de futebol. “Nas compensações ambientais, a empresa busca integrar as áreas protegidas com unidades de conservação já existentes, de modo a potencializar os benefícios da preservação local”, explica o presidente da Anglo American, Ruben Fernandes. Quando há supressão de vegetação, a empresa promove o resgate das sementes e plantas para que elas possam ser replantadas e multiplicadas nas áreas de compensação.

Os investimentos ambientais da Anglo American contemplam iniciativas de conservação e manejo, plantio e enriquecimento de áreas, além da criação de reservas legais e RPPNs. Para as atividades de plantio de mudas, a companhia mantém um viveiro no qual já foram produzidas mais de 400 mil mudas de 300 espécies diferentes. “Somos uma empresa responsável e realizamos muitas ações positivas nos municípios onde atuamos. Estamos cada vez mais presentes na vida dos moradores, investindo em empreendedorismo, turismo e desenvolvimento responsável, com ênfase na preservação ambiental e na gestão socioeconômica”, afirma. A continuidade dessas e outras ações depende da concessão das licenças Prévia e de Instalação da Etapa 3 do Minas-Rio.

Com o objetivo de compreender melhor as expectativas da população vizinha ao Minas-Rio, a empresa trabalha no sentido de se aproximar das comunidades, escutando as dúvidas e queixas, procurando esclarecer os questionamentos e dar soluções para as demandas. “A Anglo American mantém seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico da região. Durante a Etapa 3, continuaremos investindo de forma a proporcionar desenvolvimento às comunidades locais e cidades anfitriãs, sempre alinhados com as prioridades de investimentos previstas nos planejamentos de médio e longo prazo”, enfatiza Fernandes.

Contribuição socioeconômica

Para ampliar sua contribuição junto às comunidades, a Anglo American investe em projetos sociais e em parcerias para capacitação de empreendedores locais. Junto aos empresários dos quatro municípios de atuação, a empresa realiza o Promova - Programa de Desenvolvimento de Fornecedores Locais de pequeno e médio porte. O trabalho, que é feito em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e associações comerciais, visa construir uma cadeia de suprimentos competitiva e, com isso, promover o desenvolvimento econômico e social dos municípios de Alvorada de Minas, Conceição do Mato Dentro, Dom Joaquim e Serro, todos em Minas, e em Campos dos Goytacazes e São João da Barra, ambos no Rio de Janeiro.

Desde 2012, a Anglo American comprou R$ 286 milhões de produtos e serviços de empresas localizadas nesses seis municípios do influência do Minas-Rio. O impacto médio no PIB dos quatro municípios de influência direta da mina, em Minas Gerais, é de 16% – nesse mesmo período, as empresas contratadas consumiram cerca R$ 27 milhões nessas cidades.

Já o Programa Crescer, desenvolvido desde 2013 nos municípios de influência direta e indireta da mina e da usina de beneficiamento do Minas-Rio, tem o objetivo de estimular o empreendedorismo local em cadeias de negócios para além da mineração. Nas fases 1 e 2, o Crescer ofereceu oficinas de capacitação e assessorias presenciais para que produtores locais pudessem aprimorar os processos de seus negócios. A iniciativa já beneficiou mais de 240 produtores urbanos e rurais na região e, até 2016, incrementou a venda dos negócios participantes em R$ 27,5 milhões. Também contribuiu para que os produtores pudessem acessar oportunidades de investimento e financiamento a baixo custo. Três anos depois de criado, o programa já movimentava cerca de 2% do PIB dos quatro municípios participantes.

Em 2017, o Crescer entrou em sua terceira fase com foco no produtor rural das cadeias produtivas de leite e queijo, horticultura, apicultura e turismo. A nova etapa conta com investimentos de cerca de R$ 6 milhões, dos quais R$ 3 milhões são aportados pela Anglo American Foundation e outro R$ 3 milhões pelo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), via projeto inscrito pela parceira Techonserve. Nessa fase, serão 1.296 participantes diretos (que receberão consultoria, assistência técnica particular e capacitações) e 3.816 participantes indiretos (via participação em mesas setoriais, atividades em grupo, associações, familiares dos participantes diretos). O Programa conta também com um trabalho paralelo e complementar para que jovens moradores das áreas rurais possam empreender no campo e desenvolver competências para o mercado de trabalho.

Finalmente, a empresa, em conjunto com representantes das comunidades vizinhas, desenvolve o Programa de Convivência, cujo objetivo é buscar o aprimoramento contínuo de nossos processos e projetos, a partir das expectativas e sugestões das comunidades de São Sebastião do Bom Sucesso, Beco, Turco e Cabeceira do Turco, em Conceição do Mato Dentro, que estão mais próximas às áreas do empreendimento.

Trata-se de uma nova frente de diálogo. Por meio dela, são discutidos assuntos de diversas naturezas. Já foram realizadas mais de 40 reuniões do Comitê de Convivência. A partir delas, foram apresentadas alterações do empreendimento como a mudança das rotas de caminhões e a redução de quatro para três a quantidade de diques que serão construídos na Etapa 3 do Minas-Rio, dentre outras.