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Anglo American mantém controles ambientais rígidos em Catalão e Ouvidor (Níquel)

16 abril, 2007

Compromisso com o meio ambiente é política da companhia, expressa pelo investimento em equipamentos e processos eficientes

A Anglo American Brasil tem no desenvolvimento sustentável um de seus pilares. Esse aspecto pode ser observado em diversas atividades, em especial às relacionadas ao meio ambiente e eficiência de suas operações. Somente em 2006, o grupo investiu R$ 25 milhões em equipamentos e processos operacionais ligados a controles ambientais. Em Catalão e Ouvidor, não poderia ser diferente. As plantas da Mineração Catalão e Copebrás fazem a utilização eficaz dos recursos naturais para garantir o uso futuro sustentável de suas áreas.

A gestão das empresas prevê a redução de impactos ao meio ambiente e o engajamento com as comunidades vizinhas, buscando a melhoria contínua para uma efetiva contribuição ao desenvolvimento sustentável. As operações estão inseridas em um Sistema de Gestão Integrado que possui os certificados ISO 9001 – Qualidade, ISO 14001 – Meio Ambiente e OHSAS 18001 – Segurança e Saúde Ocupacional.

“O futuro de nossa operação e das comunidades em que estamos inseridos depende de uma boa gestão dos recursos naturais, processos eficientes e um comprometimento com o desenvolvimento sustentável. Essa é a base de nossa atuação em todo o grupo Anglo American e as operações locais seguem estritamente as políticas estabelecidas”, explica Cássio Netto da Paixão, coordenador de Meio Ambiente da Anglo American, em Catalão. “Nossos processos e controles eficientes garantem a economia e preservação dos recursos naturais disponíveis”, finaliza.

Todas as unidades industriais são dotadas de sistemas de controle de emissões atmosféricas, tais como venturis, filtros mangas, lavadores e torres de dupla absorção de trióxido de enxofre na planta de ácido sulfúrico. Isso garante a qualidade do ar em suas imediações abaixo dos padrões aceitáveis. Além da utilização destes equipamentos e processos, o armazenamento de matérias-primas e de produtos é feito em galpões confinados, o que impede a formação de poeiras fugitivas. Com esse mesmo propósito, é aplicada uma camada protetora sobre pilhas de enxofre.

Por sua vez, todos os efluentes industriais e pluviais, inclusive os líquidos percolados das pilhas de fosfogesso, são coletados por canaletas, galerias e lagoas de contenção, e posteriormente enviados à ETEL (Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos). A concepção adotada pela Anglo American garante a recirculação e o reaproveitamento de toda a água tratada, inclusive das águas das chuvas, sem o descarte para os corpos hídricos. Esse processo garante “Efluente Zero”, o que minimiza a captação de água nova de poços profundos ou de corpos d’água superficiais para o uso nos processos industriais.

“Sempre que possível, buscamos a utilização de tecnologias limpas. Por exemplo, utilizamos um sistema de co-geração para a produção de energia elétrica, a partir do vapor gerado na unidade de ácido sulfúrico”, comenta Paixão. Outra ação relacionada às tecnologias limpas é a substituição da queima de óleo combustível pela lenha proveniente das áreas de reflorestamento da empresa. De acordo com o coordenador, além de usar tecnologia limpa, são atendidos os preceitos de minimização de resíduos gerados no processo.

A Anglo American também investe no controle do fosfogesso produzido pelas suas operações. O processo consiste na filtração do ácido fosfórico para separação do fosfogesso e a aplicação de várias seqüências de lavagem, que garante elevada taxa de recuperação do ácido produzido e baixo teor de umidade e de ácida no fosfogesso. Esta tecnologia garante menor geração de líquidos contaminados durante sua disposição no pátio de estocagem, proporciona maior eficiência do sistema de drenagem e da lagoa que recebe estes líquidos, reduz o fluxo de caminhões de transporte do subproduto e, conseqüentemente, o consumo de combustíveis e das emissões atmosféricas geradas pelos veículos.

Tecnologia de ponta também faz parte da estratégia da Anglo American para manter uma operação eficiente e amigável ao meio ambiente. “Fazemos o controle dos processos por um sistema moderno que garante melhor operacionalização dos parâmetros de produção como temperatura, pressão, vazão, entre outros. Desta forma, temos maior confiabilidade e evitamos o consumo acentuado de matérias-primas, geração de produtos fora de especificação, reprocessamento, emissões atmosféricas e geração de resíduos efluentes” declara Cássio Netto da Paixão.

É importante ressaltar que todos os sólidos gerados na ETEL, na filtração do enxofre fundido e o fosfogesso são dispostos em aterro interno construído e licenciado de acordo com as melhores técnicas disponíveis e com as normas e a legislação vigente. A pilha (depósito) onde é armazenado o fosfogesso e as lagoas que armazenam os efluentes de processo são todos impermeabilizados, evitando assim que os efluentes venham contaminar o solo ou infiltrar-se e contaminar também o lençol freático da região.

Saúde & Segurança para a Comunidade

Os principais parâmetros controlados são dióxidos e trióxidos de ácido sulfúrido, fluoretos, material particulado, amônia e secagem de rocha fosfática. Todos os resultados estão abaixo dos padrões estabelecidos pela legislação e não apresentam riscos para a saúde da população vizinha.
 
Outros mecanismos implementados pela companhia também reforçam uma postura sustentável e ambientalmente pró-ativa em relação à comunidade e locais em que mantém operações. Entre eles estão monitoramento dos parâmetros atmosféricos da região por estações meteorológicas próprias instaladas dentro das unidades da empresa; estudo da biodiversidade da região realizado num raio de 50 Km a partir da planta, recuperação de 22 nascentes localizadas à montante do Ribeirão Taquara II do qual a empresa utiliza parte de sua água e destinação adequada para empresas devidamente licenciadas de todos resíduos gerados pelas unidades industriais.