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Anglo American e Instituto Barong realizam atividades em homenagem ao Dia do Homem

21 julho, 2014

Evento contou com ações para promover a saúde de forma divertida e interativa

O Instituto Barong e a Anglo American continuam em parceria para promover a saúde nos municípios de Niquelândia e Barro Alto. Dessa vez, para comemorar o Dia do Homem (15 de julho), foram realizadas, de 15 a 18 de julho, ações de conscientização, como oficina de sexo seguro, orientações sobre saúde do homem com distribuição de material educativo, além da realização de campeonatos de futebol de botão para entreter o público masculino.

Em Niquelândia, as atividades aconteceram nos dias 15 e 16 de julho no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Extrativistas de Niquelândia e Barro Alto e na Secretaria da Saúde Municipal de Niquelândia para agentes de saúde da família e na planta da Codemin para os empregados e contratados. Em Barro Alto, as ações foram realizadas nos dias 17 e 18 de julho em restaurantes e canteiros de obras do município, além de atividades voltadas para os empregados e contratados da Anglo American. O objetivo foi incentivar os homens a cuidarem mais da sua saúde sexual de forma extrovertida, usando, além das brincadeiras e material educativo, banners com frases de apoio como "aproveite o seu dia para pensar em tudo aquilo que lhe faz bem e na saúde que você necessita para vivenciar cada momento" e "Proteja seu jogador número um".

Para Marta McBritton, presidente do Instituto Barong, comemorar o Dia do Homem é uma oportunidade de dialogar sobre a importância do autocuidado e da saúde preventiva. Marta diz, ainda, que vivemos em uma sociedade que incentivou e incentiva uma série de comportamentos que acabam por expor o homem a violência, a correr riscos, controlar as emoções como dizer a famosa frase 'homem não chora', enfim, obrigando-os a serem 'super homens'. 

"Este padrão cultural, e de gênero, tem como consequência o aumento da morbidade e mortalidade entre homens jovens. Na média o homem brasileiro morre sete anos antes que as mulheres, na maioria das vezes, por agravos a saúde que poderiam ter sido evitados caso adotassem a saúde preventiva", finaliza a presidente do Instituto.