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Anglo American investe US$ 1,5 bilhão em Projeto de Níquel em Barro AltoAnglo American – Copebrás celebra aniversário de CubatãoAnglo American inaugura Biblioteca Cora Coralina em Niquelândia (Niquel)

20 março, 2008

A Anglo American anunciou em dezembro de 2006 a aprovação de um projeto para produção de níquel em Barro Alto, no Estado de Goiás, com investimento previsto de US$ 1,5 bilhão. A planta de Barro Alto produzirá uma média de 36 mil toneladas/ano de níquel contido em liga de ferroníquel por 26 anos. Durante a fase de construção, o empreendimento gerará mais de 4.000 empregos diretos e, na fase de operação, aproximadamente 780 novos postos de trabalho.

A implantação do projeto começou em janeiro de 2007, e o início da produção está previsto para o primeiro trimestre de 2010. A expectativa é de que a planta atinja capacidade total durante 2011.

 A construção de Barro Alto inclui a expansão da operação atual da mina e uma nova planta metalúrgica, com o uso do mesmo processo de produção de ferroníquel já adotado há 20 anos pelas operações da Anglo American - Codemin, em Niquelândia (GO), e Loma de Níquel, na Venezuela. O fornecimento de energia elétrica, um dos principais insumos para o projeto, já foi assegurado por meio de um contrato de longo prazo.

Para Cynthia Carroll, CEO da Anglo American plc, o Projeto Barro Alto é extremamente importante e atraente em um país onde a empresa já tem vasta experiência no gerenciamento e na operação de projetos de níquel. “A produção de Barro Alto contribuirá para praticamente duplicar a produção de níquel do Grupo no mundo, atingindo aproximadamente 90 mil toneladas por ano, em 2011. As perspectivas para o mercado de níquel são muito positivas, com manutenção da forte demanda, e darão à Anglo American uma excelente oportunidade de crescimento nesse atrativo mercado”, destaca a executiva.

Walter De Simoni, presidente da Anglo American Brasil, comenta: “O Projeto Barro Alto é o maior investimento já feito pela companhia no país em níquel. Com a aprovação de Barro Alto, a empresa deu um importante passo para se tornar um dos grandes produtores de níquel no mundo”.

A mina de Barro Alto está localizada no Estado de Goiás, a cerca de 170 km a noroeste de Brasília, 240 km ao norte de Goiânia e 150 km da operação de níquel da Anglo American - Codemin, em Niquelândia. O depósito foi descoberto no final dos anos 60 e a Anglo American completou a aquisição dos direitos minerários em 2002, por US$ 35 milhões. Os estudos de viabilidade começaram em outubro de 2004 e foram completados em setembro de 2006.

O total de recursos minerais do depósito é de 116,2 milhões de toneladas, com teor médio de 1,54% de níquel, que serão lavrados dentro dos métodos convencionais para mina a céu aberto. Desse total, 62,4 milhões de toneladas têm teor médio de 1,66% de níquel. Parte do minério deste depósito vem sendo processado desde 2003 na planta de ferroníquel em Niquelândia. Esta operação alongou a vida da Codemin e aumentou sua produção de 6 mil para 10 mil toneladas por ano, permitindo que a empresa se beneficie ainda mais dos fortes preços do níquel. O minério de Barro Alto continuará a ser transportado para a Niquelândia, durante os 26 anos de vida de Barro Alto. A experiência que a Anglo ganhou tratando o minério de Barro Alto na Codemin agilizará consideravelmente a implantação do Projeto.

Avanço das obras

O Projeto Barro Alto segue firme e de acordo com o cronograma estipulado no momento de seu lançamento. Com o processo de terraplenagem quase concluído, nesse primeiro trimestre de 2008, já foram iniciadas a construção das bases de fornos de redução e as obras civis, e a montagem eletromecânica e da estrutura metálica da fábrica estão prontas para começar, previstas para março deste ano.

Além disso, o alojamento da planta, com capacidade para acomodar cerca de 3.300 pessoas, que deverão trabalhar na implementação do projeto, e o refeitório, que serve 5.000 refeições por dia, foram inaugurados em janeiro deste ano.

Também no início de 2008, a planta recebeu os primeiros equipamentos, nacionais e vindos da China e dos Estados Unidos, que serão partes dos calcinadores e fornos elétricos. Os grandes pacotes tecnológicos – entre os quais estão fornos calcinadores, secadores, fornos elétricos e fornos de refino – já foram adquiridos e os demais estão em processo de compra.