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Anglo American registra aumento de 270% no número de mulheres na unidade de negócio Minério de Ferro Brasil

07 março, 2013

A unidade, responsável pela implantação do Projeto Minas-Rio e com escritórios em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, obteve um crescimento de 270% em mão de obra feminina no seu quadro de empregados

A presença das mulheres no setor de mineração é cada vez mais crescente no Brasil, principalmente devido às políticas de recursos humanos com foco na atração e retenção de trabalhadoras. Na Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, responsável pela implantação do Projeto Minas-Rio, o número de mulheres desde 2008 aumentou em aproximadamente 270%. Atualmente, a unidade já conta com 32% de mulheres em seu quadro de empregados, superando a meta mundial de empregabilidade de mão de obra feminina da empresa, que é de 25%. Hoje, 16% da folha de empregados da Anglo American no mundo é composta por mulheres em um universo total de 90 mil empregados.
 
“Um dos nossos principais objetivos é mapear, atrair e manter a mão de obra feminina. Para todas as vagas na empresa, independentemente da área, temos como política a seleção de currículos de mulheres. Nós, inclusive, preferimos a mão de obra feminina, por exemplo, nas áreas de geologia, recursos humanos, meio ambiente e financeira, e para os cargos de operador de usina de beneficiamento e soldador de instalações industriais. As mulheres possuem um maior grau de atenção difusa, o que faz com que elas sejam mais analíticas em relação aos homens; têm uma sensibilidade maior e, em geral, se destacam mais no quesito “relacionamento interpessoal” e possuem mais habilidades manuais”, ressalta o gerente geral de Recursos Humanos da Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil, Wagner Silva.
 
O trabalho realizado pela empresa e a prioridade dada à mão de obra feminina têm gerado resultados. Além dos 32% de empregadas, a empresa conta com 14% de mulheres em cargos gerenciais. Na categoria hierárquica “Profissionais” (ex.: advogados, geólogos, engenheiros), o percentual de mulheres é de 49%, com 161 trabalhadoras.
 
Para a fase operacional do Projeto Minas-Rio, empreendimento atualmente em implantação nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, a Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil contratará aproximadamente 300 mulheres até 2014. São vagas para técnicas, operadoras, engenheiras e geólogas assim como para as áreas de planejamento, manutenção de mina e usina, gestão ambiental, gestão de processos, gestão de projetos, infraestrutura, segurança empresarial, saúde ocupacional e meio ambiente. As interessadas devem se cadastrar pelo site da empresa, www.angloamerican.com.br, por meio do link Carreiras.
 
Formada em Geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2007, a profissional Anna Maria Nazareth Costa, 32, trabalha no Projeto Minas-Rio desde julho de 2008 e é responsável, juntamente com dois outros geólogos, pela equipe de amostragem do empreendimento, formada por 15 profissionais, todos homens. “Trabalhar com eles é muito tranquilo. Desde a época da faculdade, vivo em um ambiente profissional onde a presença masculina é predominante. Nunca sofri preconceito ou rejeição por ser mulher. Tudo depende da sua postura e, além disso, não existe diferença entre homens e mulheres no que concerne à competência nesse ramo”, enfatiza Ana. 
 
As funções da geóloga, que reside no município mineiro de Conceição do Mato Dentro, onde se encontra a mina do Projeto Minas-Rio, incluem a descrição de furos de sondagem, amostragem, mapeamento geológico, modelamento geológico, entre outras. “Tornei-me geóloga por realmente me identificar com a profissão; o contato com o meio ambiente, o fato de ser uma área das ciências exatas e, também, devido ao mercado promissor”, explica. Ana, que tem um filho de 3 anos, ressalta que um dos maiores desafios para mulheres que trabalham no setor é a exposição às intempéries do campo e as viagens a lugares remotos, que geralmente possuem pouca infraestrutura. “Outro desafio, em geral, para as mulheres nesse mercado é obter o destaque, o reconhecimento nessa área, predominantemente masculina”, afirma.
 
A técnica em mineração Verlaine Santos, 26, que coordena uma equipe formada por quatro homens e trabalha no Projeto Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro, há quase cinco anos, ressalta que pretende investir em sua carreira no setor e se tornar uma engenheira de minas. “Sou responsável pela análise dos dados da sondagem do minério de ferro feita em campo e gosto muito do que faço. A aceitação da sociedade em relação à presença feminina na mineração e a conquista desse mercado pelas mulheres é cada vez maior atualmente. Em termos de desafios que ainda precisamos enfrentar, acredito que o preconceito que algumas pessoas possuem por achar que somos mais frágeis, ou que não daremos conta do trabalho por sermos mulheres, ainda é existente, mas são poucos que pensam dessa forma. Temos superado esses obstáculos gradualmente”, explica. 
 
Programa Mover
A previsão é que o Minas-Rio inicie suas operações no segundo semestre de 2014 e gere 21 mil empregos em toda a sua cadeia de operação. Duas das principais iniciativas da empresa para atrair e reter a mão de obra feminina são o Programa Mover e o Programa de Capacitação de Mão de Obra Local, ambos em execução em regiões de influência direta e indireta do empreendimento, em Minas Gerais.
 
O Mover, um investimento de R$ 5 milhões da empresa, tem como principais objetivos preparar, capacitar e qualificar a mão de obra local das comunidades dos municípios mineiros de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas e Dom Joaquim, que formam a região de influência direta do Projeto Minas-Rio. O diferencial do projeto reside nas ações de preparação e capacitação das comunidades para o mercado de trabalho, norteadas por dois eixos: o social e o digital. As principais ações acontecem por meio de: portal de preparação para o mercado de trabalho (portalmover.angloamerican.com.br); ônibus adaptado que funciona como sala de aula itinerante; além de palestras, oficinas e ciclos de debates. Para as mulheres, especificamente, são promovidas palestras com foco no mercado de trabalho. A próxima será realizada nos dias 02, 03 e 04 de abril com o tema “Empreendorismo na vida pessoal e profissional”.
 
Além do Mover, a Anglo American tem oferecido, em parceria com o Senai, em Conceição do Mato Dentro, cursos de capacitação profissional para qualificar e aproveitar a mão de obra local para trabalhar nas operações do empreendimento. No dia 01º de março de 2013, a empresa contratou 102 profissionais dos 151 formandos do 1 º ciclo de cursos de capacitação profissional. Desse montante de novos empregados, 25% - 26 profissionais - são mulheres. A empresa ainda promoverá mais cinco ciclos de capacitação até 2015 e o objetivo da empresa é capacitar 557 pessoas com os seis ciclos e investir cerca de R$ 16 milhões na qualificação e capacitação dos profissionais para a fase de operação do Projeto Minas-Rio.
 
Sobre o Projeto Minas-Rio
Principal projeto mundial da Anglo American, o Minas-Rio está em fase de obras e atingirá, em sua primeira fase, uma capacidade de produção de 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro. O empreendimento inclui uma mina de minério de ferro e unidade de beneficiamento em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas, em Minas Gerais; o maior mineroduto do mundo com 525 km de extensão e que atravessa 32 municípios mineiros e fluminenses; e o terminal de minério de ferro do Porto de Açu, no qual a Anglo American é parceira da LLX com 49% de participação, localizado em São João de Barra (RJ).
 
Sobre a Anglo American
A Anglo American plc. é uma das maiores companhias de mineração do mundo, com sede no Reino Unido e ações negociadas nas bolsas de Londres e Joanesburgo. Seu portfólio de negócios abrange commodities de alto volume – minério de ferro e manganês, carvão metalúrgico e carvão mineral; metais básicos – cobre e níquel; e metais e minerais preciosos – no qual é líder global em platina e diamantes, entre outros produtos.
 
A Anglo American adota os mais altos padrões de segurança e responsabilidade em todos os seus negócios e localidades e promove o desenvolvimento sustentável nas comunidades próximas às suas regiões de atuação. As operações e projetos de mineração da empresa estão localizados na África do Sul, América do Sul, Austrália, América do Norte e Ásia.
 
A empresa atua no Brasil desde 1973 e hoje está presente no País com quatro produtos: minério de Ferro, com o Minas-Rio, o maior projeto de exploração de minério de ferro em desenvolvimento no mundo, e o Sistema Amapá, em operação nos municípios de Pedra Branca do Amapari e Santana; níquel, com operações nos municípios de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás; fosfato (Copebrás), com as operações nos municípios de Ouvidor (GO), Catalão (GO) e Cubatão (SP), e nióbio, presente nos municípios de Catalão e Ouvidor, em Goiás.