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Unidade de Negócio Nióbio e Fosfatos da Anglo American registra lucro operacional 25% maior no primeiro semestre

29 julho, 2013

O lucro operacional da Unidade de Negócio Nióbio e Fosfatos da Anglo American no primeiro semestre de 2013 atingiu US$ 90 milhões, 25% superior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em fosfatos, o lucro operacional teve uma performance ainda mais expressiva, 69% maior, somando US$ 49 milhões. A produção de fosfatos atingiu 0,6 milhões de toneladas de fertilizantes, um aumento de 15% em relação a 2012, devido a uma série de iniciativas de otimização de ativos que reduziram custos e melhoraram o desempenho geral nas duas plantas de beneficiamento, localizadas em Catalão (GO) e Cubatão (SP).

A alta nos preços dos grãos incentivou agricultores a antecipar as compras de fertilizantes no primeiro trimestre do ano. No segundo trimestre, entretanto, os preços dos grãos caíram, impactando diretamente a demanda por fertilizantes. No Brasil, prevê-se uma forte demanda para a safra de verão, apesar da expectativa de menor consumo nos mercados dos Estados Unidos e Índia.

Em relação ao negócio de nióbio, o lucro operacional foi 4% menor, chegando a US$ 43 milhões, resultado da queda na produção devido ao menor teor no minério processado. O volume de nióbio produzido no período foi de 2.200 toneladas, 4% menor do que no primeiro semestre de 2012.

Apesar da incerteza macroeconômica continuar na Europa e China, todos os contratos de nióbio foram atendidos durante o período e foram feitas vendas adicionais à vista, com desconto, nessas regiões. A menor demanda desses países impactou as margens de preços. O volume de vendas para os EUA manteve-se estável, enquanto na Índia, Coréia e Oriente Médio o mercado local tem absorvido o excedente de nióbio.

Os investimentos no projeto BVFR, que possibilitará beneficiamento de nióbio a partir de rocha fresca, seguem de acordo com o cronograma, com previsão de conclusão em 2014. O CAPEX do projeto será de aproximadamente US$ 325 milhões, e a expectativa é otimizar a extração, prolongando a vida útil da mina em 20 anos, até 2034. A planta localizada em Ouvidor (GO), que atualmente processa o material extraído na mina, será adaptada para garantir uma produção de 6.500 toneladas/ano de nióbio. O projeto já teve 92% do detalhamento de engenharia completo, com 80% das obras concluída e algumas das peças-chave de maquinário recebidas até junho.